
Dezembro de 1965. A Granol Indústria, Comércio e Exportação S/A, dava início à comercialização e exportação de commodities numa salinha de 43m² com um telefone, alugados em um edifício situado à Rua 24 de maio, 35, 13º andar, em São Paulo. Com capital inicial de dez mil dólares, mais o espírito empreendedor de seus 3 sócios, a Granol rapidamente começou a ampliar seus negócios.
O nosso fundador e hoje presidente da Granol o Sr. José Gomes Cadette, começou a trabalhar muito cedo com o seu pai, num pequeno comércio no bairro da Água Rasa em São Paulo. Aos 14 anos ele conseguiu um emprego na Johnson & Johnson do Brasil, na seção de Correios, como Office Boy e deixou a empresa 1959 como Chefe de Gabinete Administrativo. Aos 19 anos ele foi trabalhar para Cia. Continental de Cereais (ContiBrasil), empresa americana que explorava a exportação e importação de produtos agrícolas em vários países e era proprietária de várias fábricas de óleos vegetais pelo mundo.
Passados seis anos e uma intensa experiência vivida nesta empresa, o Sr. José Gomes Cadette mais o Sr. Germano Guido Baldi e o Sr. João Serdan D’Alarico todos da ContiBrasil, resolveram fundar o seu próprio negócio, voltado para a prestação de serviços de comércio internacional, assessoria fiscal e financeira e contratação de fretes internos e marítimos para exportação dos produtos brasileiros.
Daí para frente, a Granol entrou em franca ascensão. Adquiriu novas unidades como a Fudo Óleos Vegetais em Junqueirópolis/SP em 1967, oportunidade trazida pelo Sr. Mario Hoshika, gerente desta indústria na ocasião. Após as negociações de compra e venda desta indústria, o Sr. Mário Hoshika aceitou o convite da Granol para ser um dos sócios. Em 1973 o Sr. Germano Guido Badi, já numa fase da vida em que o apetite pelo risco havia diminuído, optou por se aposentar e vender sua participação na Granol.
Em 1974 a Granol visualizou uma nova oportunidade e adquiriu a Indústria de Óleos Tupã em Tupã/SP. Nesse ínterim, a Granol teve a felicidade de conhecer um jovem e audaz executivo - o Dr. Juan Diego Ferrés Dellapiane - que, em 1977, juntou-se à empresa, como o mais novo sócio.
Recém-chegado, o Dr. Diego, assumiu a área industrial da Granol e incentivou os outros sócios a fazerem novas aquisições como a fábrica da Compol, em Lucélia/SP, a da Santa Maria, em Pacaembu/SP e as dos Romanini, situadas em Adamantina/SP e Osvaldo Cruz/SP. Arrojado e inteligente, também levou a Granol a comprar a Wosgrau, em Anápolis, em 1986. Para que isso acontecesse, foi preciso que ele e o presidente da Granol viajassem às pressas para Anápolis /GO e participassem das negociações que já estavam bem avançadas com um dos concorrentes.
Em 2003, a empresa incorporou a unidade de Bebedouro/SP, e em 2006, a de Cachoeira do Sul/RS. Foi neste ano também que a Granol expandiu suas atividades para a produção de biodiesel, segura da sinergia inerente e coerente com os novos desafios estratégicos.
Resultado: Hoje, com quase meio século de tradição, a Granol se constitui em um dos maiores e mais respeitáveis complexos de agronegócios, genuinamente brasileiro. São cinco complexos industriais, vinte e três regionais de compra e armazenagem de grãos, duas usinas de biodiesel, localizadas em Anápolis/GO e Cachoeira do Sul/RS, uma fábrica de lecitina em Anápolis/GO, um terminal marítimo e outro fluvial, além do escritório matriz em São Paulo. Soma-se a isso, mais de 2.000 colaboradores, capacidade estática de armazenamento superior a 500.000t de grãos e farelos, 39.000t de tancagem para óleos, esmagamento de 2.010.000t/ano, refino de 2805.000t/ano de óleo bruto e envase em 250 milhões de unidades/ano (latas/fibra-pack/garrafas PET) e 7 mil clientes ativos.
A Granol está entre as 50 maiores empresas de Agronegócios do Brasil e contabiliza em seu patrimônio outras virtudes empresariais de igual destaque: o rigoroso cumprimento dos compromissos assumidos, o foco em aprimoramento contínuo, e o respeito irrestrito às pessoas e ao meio ambiente, somados à grande capacidade de envolver as pessoas com fé, otimismo, determinação e cooperação para lançarem metas cada vez mais ambiciosas, sem descuidar da ética, da moral e do bom relacionamento entre fornecedores, clientes e colaboradores.
A Granol se orgulha de ser brasileira. E faz tudo para que o Brasil se orgulhe dela também.